Gerenciamento de crises é matéria obrigatória em qualquer curso de Operações Policiais Especiais

A seção “Palavra de Delegado” do site do SINDPESP traz o artigo “Cabeça dura”, escrito pelo delegado de polícia Eder Galavoti.

“As estratégias quase sempre se baseiam em situações análogas já enfrentadas, sendo tudo adaptado para cada caso em concreto. A matéria acabou difundindo-se junto às escolas de polícia e das forças armadas e hoje, pelo menos a base teórica, já é ensinada nos cursos de formação. Esses ensinamentos tornaram-se rotina porque casos simples atendidos por policial de patrulha, como uma  briga de casal, podem se transformar num evento gravíssimo com inúmeras vítimas reféns, incêndio, explosão, etc.

A qualidade principal desses profissionais é a dedicação, cooperatividade, motivação,  discrição, coragem e respeito às regras de hierarquia do conhecimento. Após esse singelo resumo sobre a matéria de GC gostaria de falar sobre esta ultima qualidade. Trata-se de obedecer quem tem mais experiência e saber, não importando idade, patente, parentesco etc. Resumindo, as tarefas são ordenadas e executadas, atendendo ordem de quem tem conhecimento para a causa. Para o chefe maior – se for leigo no tema – cabe apenas ser informado de todos os detalhes operados.

Discorri tudo isso claro para uma comparação com o momento que estamos vivendo. Estamos diante de um problema gravíssimo, ou seja, uma Crise no sistema de saúde. Como manda a doutrina do GC, imediatamente devemos montar o Gabinete de Crise, designando aos componentes capazes as suas funções específicas. Parece-me que essa medida foi tomada  pela União e felizmente conta no seus quadros com gente gabaritada no segundo, terceiro e quarto escalão, todavia, tudo vai pelo ralo, quando o presidente quebra a Hierarquia do Conhecimento e desestabiliza o cenário. ”

Leia na íntegra clicando aqui.

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